A classe tinha 53 alunos. Não houve nenhum sobrevivente. De acordo com o coronel PM Ataliba Schutz, Jorginho era só alegria quando foi preso. “Eu achei estranho, ele não parava de rir. Eu acho que ele não é normal”, relata o valente oficial. Testemunhas da prisão dizem que ele sorria e gritava coisas do tipo: “Melhor que ajoelhar no milho é levar bala”, “Chapéu de burro é caixão”, “Agora quero ver alguém me chamar de Batatinha”, entre outras.
Segundo os colegas professores, Batatinha Jorge sempre reclamava das atitudes dos alunos do 2º B4 do Ensino Médio. “Os estudantes não gostavam da disciplina e descontavam nele: colocavam tachinhas na cadeira, jogavam bolinhas de papel higiênico molhado nele, chamavam-no de ‘Batatinha’ e não ficavam em silêncio durante suas explicações”, denuncia Tales Moash, professor de matemática.
De acordo com uma mãe de aluno, Hermengarda Diógenes, Lado sempre ameaçava seus alunos. “Ele sempre dizia que ia levar uma tal de ‘dona Cotinha’ para mostrar à classe como fazer silêncio”, conta. Pena que a ‘dona Cotinha’ dispara 600 tiros por minuto. O espirituoso coronel Schutz resumiu: “Dou nota zero pra ele”.
Esta chacina foi baseada em uma conversa que tive com a estudante I.B.F.A., 18. De hoje em diante, ela prometeu que sua classe vai se comportar direitinho.
Veja, em câmera lenta, como é o reposição de bala de uma AK-47:
Este outro vídeo mostra os 10 melhores rifles de combate. Detalhe: AK-47 em 1º lugar.

