Foi preso na cidade de Caratinga (MG) o famoso falsificador Leonelson de Souza. Ele fabricava seus produtos no quintal de sua residência, juntamente com sua sogra, Leopoldina Igah, e sua esposa, Agoniz Pereira. Com os 50.000 pares de tênis apreendidos, foram encontrados cartões de créditos, R$ 100.000,00 em espécie, 30 talões de cheque e armamentos do Exército.
A polícia agiu no instinto. “Meu filho comprou um tênis novo da Nike, mas eu notei que havia algo estranho nele. Levei a um especialista em falsificações e ele não teve dúvidas. Acionei meus homens e fomos até a casa do nosso principal suspeito, na cidade vizinha de Caratinga. Prendemos o sujeito meliante e suas comparsas. Mas a história de vida dele é triste. Porém, não tenho dó. Jamais terei pena de bandido. Comigo é assim”, esbraveja o incansável defensor da lei, coronel PM Ataliba Schutz, da cidade de Ipanema.

O menino Leonelson, de família paupérrima, nunca teve dinheiro para comprar tênis de marcas conhecidas. Nem qualquer calçado. Andava descalço, quando, aos 18 anos, tomou uma atitude: forjou seu primeiro tênis. “Ficou tão bonito que eu disse que ele podia viver disso. Mas eu não achava que isso era proibido. Agora vamos ver o que faremos na cadeia”, desconversa Agoniz, a dama da falsificação do leste mineiro.
Esta coisa foi moldada a partir do relato de Alisson Ferraz, 17, que é o verdadeiro dono do tênis da foto. É um sujeito gente boa, não é um Leonelson da vida. Ele nos enviou seu causo e nós fizemos ele virar notícia. Obs.: Ele fez questão de ter o nome publicado.
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Galera, Nike, de alguma forma, lembra futebol, certo? E "soccer" é com as meninas do Chuteira Salto 11! Mulher não entende só de fogão, cozinha, lavanderia e limpeza. É a opinião delas.
